terça-feira, 20 de julho de 2010

Rui chapéu

Caros amigos.

Na semana retrasada, joguei sinuca com meu professor. Ganhei dele de lavada. Muito, mas muito fácil mesmo.

Ele me pediu uma revanche e, hoje, teve a sua oportunidade.

Só que, para minha infelicidade, ele mostrou sua verdadeira face. Me deu um taco ruim e uma farpa entrou no meu dedo.

Resultado, acabei perdendo de 4 x 2. Mas mesmo debilitado, consegui fazer jogadas maestrais.

Porém, a farpa estava tirando minha concentração e não pude render o meu máximo. Caso contrário, eu ganharia tão fácil como fiz da primeira vez.

Tenho certeza de que nenhum de vocês duvida disso.

Mas fiquem tranquilos. Vou querer minha revanche também, mas vou ficar mais esperto para não cair no truque do taco farpado outra vez.

Abraços a todos.

PS: Assistam a uma pequena demonstração das minhas grandes habilidades.


terça-feira, 13 de julho de 2010

O Vencedor

Olá, queridos amigos.

Venho comunica-los que acabo de receber o resultado da tal prova da aposta.

Eis a imagem que tenho no meu painel


Após visualizar a minha nota, me levantei e disse, suavemente: AAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!! CONSEGUIIIIIIIIIIIIIIIIIIII!!!!

Agora vamos ao fatos.

Como estava enrolado nas outras matérias da faculdade, acabei deixando os estudos desta disciplina para depois. Por sorte, o professor não tomou conhecimento de que tínhamos o Felipe Melo na seleção e decretou que a prova só aconteceria na quinta-feira.

O "feriado" ajudou de maneira indireta. Pois na semana da prova eu tive diversos outros trabalhos e provas para fazer. Só pude estudar mesmo na quarta, fazendo valer a máxima "não deixe para amanhã o que você pode fazer depois de amanhã".

Como nem tudo na minha vida são espinhos, algo interessante aconteceu. Lembram da postagem que fiz falando da aposta? Pois bem, naquela postagem eu fiz uma dedicatória à um amigo meu, que está sempre lendo meu blog. Eis que após a leitura, ele me deu a notícia salvadora da pátria. Me informou que naquela mesma semana ele tinha feito a prova para ser monitor desta disciplina e que havia conseguido a aprovação. \o/

Com papel, caneta e uma HP em mãos, parti para o improvável: aprender todo o conteúdo da segunda prova em menos de 24 horas. Começamos a estudar era por volta das 20:00 (pois eu havia acabado de apresentar um trabalho de outra disciplina). E terminamos por volta das 23:00 (belo estudo, não? xD).

Saí da sala de estudos faminto. Fui direto para o "Cantinho do Caldo", o único restaurante aberto aquela hora em Seropédica. Tomei um caldo de feijão e voltei para casa. Dei mais uma revisada no que li, tentando não me focar só nos cálculos e sim no conhecimento teórico da matéria.

No dia seguinte, acordei cedo para fazer um trabalho de uma outra disciplina (tão vendo só como não é nada fácil ser estudante?). Eis que ouço um barulho similar ao de um trovão. Mas, infelizmente, nenhuma núvem nos céus. Eu estava mesmo era com dor de barriga.

A prova de AFO era só as 18:00. Mas o trabalho que eu tinha que apresentar era as 15:00. E tinha que estar na faculdade mais cedo para pegar as partes dos outros componentes. O tempo passava e nada da situação melhorar. Durante a apresentação do trabalho, eu estava parecendo um boneco de ventríloquo. Meu semblante era um só.

Após o trabalho, fui correndo pra casa. Fiz o que tinha que fazer, e me senti um pouco melhor. Porém com todo esse "vai e vem" não tive tempo de revisar mais uma vez o que tinha estudado. Os ponteiros do relógio se alinharam verticalmente. Era chegada a hora.

Entrei na sala, cumprimentei o professor e peguei minha prova. Engraçadinho como ele é, me deu duas folhas de ofício e disse que a prova estava grande. HA-HA, como ele é engraçado (vou me lembrar de fazer isso quando eu me tornar professor também =P).

Eu comecei a ler a prova e ao mesmo tempo, já anotava os dados importantes. Risca pra cá, soma pra lá, divide aqui e dá-lhe HP. Eu já estava com a prova toda resolvida, sem grandes dificuldades. Quem pensa que eu estava animado, se enganou. Morri de medo de estar fazendo merda (na prova, fiquem tranquilos, eu já estava me sentindo melhor =P).

Após revisar minhas respostas, fui até o professor e entreguei a prova, torcendo pra tudo estar correto.

E hoje, tive a tão questionada nota. Um belíssimo DEZ.

Considerações a respeito deste "episódio".

Antes de mais nada, eu não ganhei só uma aposta. Eu ganhei um amigo. Todo este desafio e teatro que protagonizamos nos permitiu uma aproximação. E, embora eu não tivesse conseguido o DEZ, eu já me consideraria um vencedor por ter lutado para conseguir e por ter tido a tal aproximação.

Também pude descobrir o bom amigo que tenho, que é o meu bixo Vinícius. Que esteve ao meu lado estudando, me insentivando e torcendo por mim. Tenho plena consciência de que ele me ajudou não por obrigação, pois isso ele não tinha mesmo, apesar de ser monitor, mas porque queria mesmo me ajudar.

Vocês podem dizer que o que eu fiz foi errado, que eu deveria ter estudado desde o princípio, eu sei. Não foi o que aconteceu, mas este é o meu rítmo, o meu jeito de levar as coisas. Me dedico muito mais por esse tipo de motivação do que pela obrigação de estudar. Tentem entender que tenho facilidade de aprendizado. Isto me possibilita este tipo de atitude. Enfim, sei que não é o ideal, mas um dia a gente chega lá. =)

A única parte ruim da história é que o meu professor não estará na faculdade no período que vem.

Obrigado a todos os que torceram por mim. Principalmente ao Vinícius e ao Raphael.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Dinheiro na mão é vendaval


Dorgas! Parei, mas ainda tenho flashbacks. RAIRAIRAIRAIRARIARIARIARAIRAI

Pois é, galera. Vocês não estão vendo errado. É uma fogueira de dinheiro.

O manifesto aconteceu na Suécia. Mulheres, de um partido feminista, queimaram cerca de R$23.000,00 "protestando" contra o pagamento de salários diferentes para homens e mulheres no país. O valor representa o quanto as mulheres de lá ganham a menos do que os homens a cada minuto.

Agora vamos analisar o assunto... havia a necessidade de um protesto? Sim, a desigualdade dos salários está bem óbvia para mim. Mas daí a queimar dinheiro? Ou seja... ganham "pouco" e transformam o "pouco" em menos ainda. Depois quando falamos "minha mulher torra meu dinheiro", vocês dizem que é perseguição nossa.

Quando eu li a matéria, pensei que se tratava de uma loucura. Mas depois percebi que isto é completamente "normal" para o raciocínio das mulheres. Em outras palavras, "É bem cara de mulher fazer isso mesmo".

Quem aí conhece uma mulher que, por insatisfação com algo, jogou fora um presente ou quebrou algo de valor? Quantas e quantas vezes vemos mulheres brigarem com o marido e quebrar o carro da família, televisão, jogo de jantar e etc?

Sua "raiva" é mais importante do que qualquer outra coisa no mundo. Isso acontece porque elas estão acostumadas com muitos mimos. Por isso não aprenderam a dar valor a determinadas coisas. Quando se conhece a necessidade, esse tipo de coisa não acontece. Por exemplo, ninguém faz greve de fome na Etiópia. Mendigo não rasga dinheiro (o que seria bem difícil, pois eles só tem moeda).

Eu não quero ser taxado como machista. Mas é que, várias vezes, nem vocês conseguem se entender. Como querem que nós, homens, consigamos isto?

Link da notícia.